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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

"...Um livro não se pode apagar..."



!!!!!!!!!

Já não sei como conheci o Pedro Miguel Rocha, não foi assim há tanto tempo. Foi via Facebook, provavelmente, sugerido por algum amigo comum, confesso que não me recordo.... Por essa mesma via tive conhecimento que iria lançar o seu 2º livro, fiquei curiosa. Mas,  foi uma frase que um dia colocou no seu mural que me chamou, realmente, atenção: 

"Arriscaria a sua vida para salvar um livro?"... achei a pergunta um desafio interessante, nunca tinha equacionado ou formulado uma pergunta do género a mim própria ...

Comprei...

A história acontece em torno de um jovem galego de 23 anos, chamado Xosé Perez, que escreve o seu primeiro livro, onde impera o sonho, a utopia e o desejo profundo de uma organização social diferente daquela em que vivemos.

Chris Brown é um bibliotecário curioso...que encontra o único exemplar da obra, anos mais tarde, num depósito da biblioteca de Old Harlow, que o lê e, que tenta perceber que pessoas ou organizações é que nunca permitiram a sua publicação.

Adorei a história com apontamento de thriller, mas fundamentalmente fiquei impressionada com a mensagem que esta obra nos oferece. O livro caracteriza na perfeição as sociedades dos nossos dias, as pessoas e os seus interesses, a organização de vida, a parametrização,  a massificação uniforme, tendo por base uma vaga materialista que nos envolve e suga, e em que as grandes empresas mundiais e o seu capital económico controlam os governos, os políticos, os cidadãos.

...

"A vaga materialista já nada mais tem para dar, sendo mesmo prejudicial se continuar a reger a vida dos seres humanos. O Mundo está, actualmente, encravado em múltiplas e continuadas crises que só serão desanuviadas e desencravadas com o clarificar de uma nova civilização: respeitadora do passado, das tradições e, acima de tudo, desmaterializada."

...contra a publicação do Chegámos a Fisterra, existe  a Federação do Futuro, a caminho da cidade com o espírito mais capitalista do Mundo...

...Acabei de deixar,  Chris Brown a escrever as últimas linhas deste livro sentado na sua secretária...

"Um livro não se pode apagar. Ele vive para além do seu autor e a sua mensagem perdura enquanto os leitores assim o desejarem."... acrescento: Um livro que nos faz pensar...

"Chegámos a Fisterra", um livro de Pedro Miguel Rocha

Até qualquer livro...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Palavras molhadas...com alegria



…e, sempre que a chuva cai sem piedade, como ontem, como hoje, elas querem fugir de casa, fugir de um texto qualquer, que não fazia sentido, onde não gostaram de estar e saltitar simplesmente. Soltas, livres. 

Tal como eu, elas abraçam o barulho da chuva, num som repleto de outros timbres inaúditos e gostam de se rebolar por entre os pingos mais intensos, murmurar outras palavras pequeninas ao mesmo tempo, sentir o odor da terra acabada de molhar.

Entram num frenesim desconcertante, perdem a compostura, amarram palavras umas às outras e fazem um cordão delas, textos novos. Saltam à corda, jogam, cantam, dançam sem parar. Surgem enlouquecidas de todos e por todos os lados, esgueiram-se pelos intervalos mais estreitos entre uma e outra gota. 

Instala-se a euforia desmedida e não contida de maneira nenhuma, não têm mãos a medir, querem molhar-se, querem falar sobre chuva, sobre alegria, sobre amor, sobre tudo o que as encanta. E, olhando para o céu que continua carregado, fogem para o meio da chuva, para um mar nunca antes navegado.

Derramadas, caiem exaustas ao som das últimas gotas…

Alma ao vento...



O que trago dentro da alma, é muito mais do que corpo
É altruísmo, é compaixão, …é um porto.
É um amanhecer…,
é um amor desenvolto
que não será ofuscado, nem podado, nem mar morto…


De uma sombra desfocada do que fui, do que serei
Iludida pelas margens de um rio que corria à minha frente
Pus um pé em ramo verde,
queria brincar, queria ser gente…
Imaginei.

Eram sonhos de criança que me inundavam a vida,
numa esperança desmedida como então havia poucas.
Não me fiquei por aqui.
Fiz disparates..., senti..., fiz coisas loucas.

E de tantas experiências
 acabei a acreditar
Que um dia nascia uma frente, tornada quente, que me diria
Que imaginar e amar,
é o sonho de toda gente

Quando um dia, a caminho do vento Norte
Numa tempestade esguia, entremeando relâmpagos
encontrei a minha alma
Sempre calma, tranquila, no seu bote

E, da minha alma despontou um vento
que me avivou a memória
Em que acabei testemunhando
Que este corpo quis tantas vezes, amar apenas…
Sem prisão, submissão ou vitória

Por quantos sonhos manteve, este meu corpo inventado
Abraçou a minha alma
Desculpou-a, fatigado.

Deixando-lhe uma lição

Sendo corpo, alma ou  paixão
Terá direito  a amar,  a sonhar, sem direcção.


sábado, 4 de dezembro de 2010

Para o infinito e maiiisss aallémmmmm...



BBBBBBRRRRRRRRR, qqqqqqqqqqqquuuuuueeeeee fffrrriiioooooo...
...este foi o filme da tarde, no quentinho, com os sobrinhos...um filme delicioso da Pixar...

...quem me dera por vezes ser como o Sr. Batata e infiltrar-me aos bocadinhos onde quisesse...primeiro a orelha, depois um olho, a boca, um braço, outro braço....e por aí a diante...::-))

...ou quando alguém é mau na vida, poderíamos carregar no Reset, para recomeçar de novo, como fizeram ao Buzz...e, voltava a ser bom...::-))


...no conforto...lembrei-me e perguntei aos grandes e aos pequeninos:
- Onde será que estão abrigadas as pessoas que não têm casa, no dia de hoje, com tanto frio?...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Tratado sobre a Amizade..."...talvez exista, uma pitada de Eros no fundo de todas as relações humanas."



...No Outono, de regresso da Bretanha, a família Heitzing ruma a Viena, onde puseram o menino no colégio militar...

"Eram como crianças que brincam vestidas de soldados. Calçavam luvas brancas e faziam continência com graciosidade.";"Tinham dez anos quando se conheceram." ..., era o início de uma longa amizade entre um menino rico e um menino pobre...

"Só os homens conhecem esse sentimento. Chama-se amizade."

Konrád havia tocado a 4 mãos, com a mãe de Henrik a peça - Fantaisie Polonaise, Chopin...e depois de passada a adolescência e de entrar na idade adulta, desaparecera, sem despedidas, durante quarenta e um anos e quarenta e três dias...

...

O Konrád escreveu - disse o general;
Ele está cá na cidade - disse o general à ama, em voz baixa,...Vai jantar aqui."

...o general Henrik  dava instruções a Nini (ama), enquanto esperava o convidado...

"- As velas - disse. - Lembras-te?...As velas azuis da mesa. Existem ainda? Acendam para o jantar e deixem-nas arder."

...sentaram-se à mesa e perdidos na última conversa, as velas arderam até ao fim...

....um romance brilhante de Sándor Márai....22.35h, Acabei agora mesmo de o ler, e sou obrigada acrescentar que é uma extraordinária reflexão sobre a amizade, a vida, as concepções, os preconceitos, o respeito, a admiração, a verdade, a mentira, a traição, as fraquezas, a vaidade, paixão.... Metade da obra é quase um monólogo perfeito e de introspecção...muito bonito, mesmo...


segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Nocturno - O romance de Chopin



...por Cristina Carvalho.

Acabei de ler este maravilhoso livro.

"De Zelazowa Wola a Varsóvia ou de como tenho saudades de não ter saudades"

sábado, 27 de novembro de 2010

Livre- arbítrio...



Drummond, estaria perdidamente apaixonado quando escreveu este poema...Que bom Drummond, que não sentes vergonha de dizer ao mundo, tudo o que sentes, a intensidade do que sentes...

terça-feira, 23 de novembro de 2010




Amanhã, vou ter o prazer de falar com este grande homem e escritor, pessoalmente. Apesar de haver amigos de amigos, família de amigos que nos estreitam os laços, nunca falamos senão via Internet. Um escritor que admiro como homem e que me leva para paragens tão distantes, fantásticas, mas também reais, onde a luta pela sobrevivência se fez corpo a corpo, onde os ideais de vida permanecem inalterados apesar da mudança dos tempos, onde as preocupações ambientais são uma constante.

O Velho que lia romances de amor; História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar; As rosas de Atacama: O mundo do fim do Mundo; Encontro de Amor Num País em Guerra; são alguns dos livros dele, que li. E, agora, Histórias daqui e dali.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Vida morna...de Fernando Pessoa


 


Ainda pior que a convicção do não, é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase!
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances   que se perderam por medo,  nas ideias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no Outono.
Pergunto-me às vezes o que nos leva a viver uma vida morna.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e na frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos bons dia, quase sussurrados.
Sobra covardia e falta de coragem para ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor.
Mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio – termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco – íris em tons cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Preferir a derrota prévia à dúvida da vitoria é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Para os erros há perdão, para os fracassos, chance, para os amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar a alma.
Cujo o fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando, que sonhando…
Fazendo que planeando…
Vivendo que esperando…
Porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

Fernando Pessoa


Obrigada Cristina pelo envio do poema fantástico, que não conhecia, bjinhos.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O ensaio...




Numa luta desigual, em que a vontade mental teima para que viva e a morte me quer levar, procuro desesperadamente uma enseada onde possa largar o meu corpo, aconchegado à terra e fazer livre de uma vez por todas a minha alma, que nunca aprendeu a viver de outra forma.

Sinto um curto-circuito interior que me arrepia, que me faz estremecer... e picadas ao de leve por todo o corpo, como se um formigueiro me atacasse e me corroesse por dentro, sem mágoa, sem pena de me ver partir. Perco as forças a cada dia, não consigo equilibrar o esqueleto, este pequeno conjunto de ossos que foram crescendo comigo e perdendo a esperança aos poucos de um dia viver hirto, em harmonia com a vida, onde as pessoas são felizes ao lado umas das outras, num país brilhante. Esse momento,  já passou e eu quase nem dei por ele. A curva é agora descendente.

Tenho medo de tropeçar, cair e desordenar a ordem...
Assisto de fora a um caos interior, lento, que sinto. O meu cérebro troça e não acompanha o desmoronar do corpo que me deram...

Acabei de fazer um acordo com a Vida. Morro agora e volto a nascer amanhã, num outro corpo "novinho em folha", forte e são, onde a energia dominará todas as minhas células e, em troca, prometo tomar conta dele muito melhor, que do primeiro que tive. Não terá vícios, terá consciência de que não é indestrutível, saber-se-à posicionar correctamente em cada momento, não exercerá esforços em excesso nem em defeito, e talvez assim o consiga convencer a viver eternamente, com o mesmo esplendor de quando alguém o trouxe ao mundo.

Dei cabo dele, gastei-o, abusei dele, fiz do meu corpo um carrasco, o meu próprio carrasco... por desconhecimento, por inocência e ingenuidade. Ao olhar para os demais seres vivos entendi-me em tudo melhor que eles. Mais inteligente, mais forte, mais tudo...

...e, o carrasco tomou conta de mim. Fui amarrada, chicoteada, apedrejada, taparam-me a boca, quase não respiro...apenas, um fio de ar me percorre as veias e não me deixa morrer no verdadeiro sentido da palavra...

Não aguento o que não quero, o que não gosto, não aguento mais nada...
 
Vou aconchegar-me aqui, nesta curvatura da costa, reentrância aberta na direcção do mar ladeada por dois promontórios. Fecho os olhos e vejo-o a ele, o mar e vejo-me a mim, a ir embora...

...
Antes de voltar de novo à vida, amanhã, explicam-me, que a minha existência anterior...
afinal,  não passava de um Ensaio...

...A vida só será plenamente vivida quando voltarmos pela segunda vez...Aí sim,... Vai começar o ESPECTÁCULO...

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O tempo que o tempo tem...reflexão


 O tempo que o tempo tem...


O tempo tem tempo para tudo,
...nós não

O tempo tem tempo para nós,
para ele,
e ainda lhe sobra tempo para os outros,
...nós não

O tempo, gasta o seu tempo em tudo quanto leva tempo,
...nós não

Ao tempo sobeja até tempo
...a nós, não

Em que gastamos nós afinal o tempo??!!!
sem ser em tempo e no tempo que gastamos..

...gastamos o que não temos... tempo

tempo é espaço...

gastaremos nós o tempo e o espaço!!!!!!???

Estou sem tempo...

e sem espaço vos escrevo,
na esperança de que o meu tempo, substancie o gastar do meu próprio espaço

e, sem tempo, gasto o espaço que não tenho...

porque, não tenho tempo.



Penso:
"Esta utopia do progresso ininterrupto"
...abençoado tempo que gastei, em companhia da amizade. O espectáculo terminara, o teatro fechara as portas, o público todo tinha saído e nós sozinhas num cenário fantástico de vazio...trocavamos palavras perdidas, no teatro...pela noite fora.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Hoje sei, porque Sinto.


Lá longe, um dia, nasceu uma menina...

Com pele de recém-nascido, quero dizer suave, elástica e de coloração entre o rosa e o vermelho, consoante a ascendência racial que se trás, era feita de pele e osso, e cresceu aos olhos de todos quantos por ela passavam sem a ajuda de ninguém. Tinha uma casa enorme, a Rua, e que era sua. Vivia as maiores aventuras da sua vida, nessa casa grande.

Atravessou batalhas, protagonizou duelos, brincou aos cowbois, com carros e bonecas de corrida, plantou sonhos, sofreu desilusões, amou isto e aquilo e deixou de amar, mas não foi por isso que deixou de gostar daquela casa grande, onde tudo encontrava e tudo a encontrava a ela...

Ainda criança pequena, leu algures num livro qualquer deixado pelos avós maternos, uma história. Uma história de uma menina que tinha nascido lá longe, um dia, sem pele, ...o que a deixava perplexa. Não conseguia imaginar o corpo de um ser humano, sem ser revestido por pele.

Na história que o avô lhe lia todas as noites... e, que, de tanto a ouvir a fixou, sem nunca mais precisar de olhar para as letras impressas senão apenas para as imagens coloridas, todas as pessoas tinham pele, excepto aquela menina. A tez era determinada pela raça, as marcas eram determinadas pela vida, mas todas as pessoas tinham pele. Composta por três camadas de tecidos, Epiderme, Derme, Hipoderme, que correspondiam a cerca de dez a quinze por cento do seu peso corporal. 

A pele tem uma função determinante no corpo humano, é um revestimento que protege o organismo da entrada de substâncias nocivas e evita a evaporação excessiva de água, causadora da desidratação. A história que o meu avô me contava todas as noites era bonita, mas não se desprendia do princípio ao fim da fisionomia humana e dos aspectos científicos, nem do seu objectivo pedagógico. 

- Esta história não acaba bem - dizia. 

O meu avô, sempre que chegava ao fim do livro, continuava a história. Fechava o livro sobre o colo e continuava. Esta, era a parte que eu mais gostava. Era fantástico ver o brilho dos seus olhos e a certeza de me dar o melhor de si e do que a vida lhe tinha ensinado.  Para ele, aquela história devia continuar, porque havia outras caracteristicas muito importantes sobre a pele que eu devia aprender, convicção que hoje partilho, inteiramente. E, num tom grave, determinado e ao mais tempo carinhoso dizia: 

- Meu neto, A nossa pele, é a fronteira entre o nosso mundo interior e o Mundo...Ficava à espera, numa pausa prolongada, e em duas ou três vezes que me davam para respirar e expirar, que eu dissesse alguma coisa, ...mas eu não sabia o que dizer. Atenta e expectante esperava que continuasse. E, começava a dissertar sobre o assunto, dava à história um final de afectos, de sentidos sentidos...

- Meu anjo, Apesar de todas as pessoas terem pele, como aquela menina que nasceu lá longe, um dia, há um outro tipo de pele, que não sei quantas camadas tem, que é a nossa fronteira, aquela onde vinculamos os afectos, os sentidos sentidos. Essa, é a mais importante de todas. Impermeabiliza ou não o que não gostamos e não queremos, ou o que gostamos e queremos, seja de fora para dentro ou de dentro para fora, seja do nosso mundo interior para o Mundo ou do Mundo para o nosso mundo interior. Quem não tem o corpo revestido por este tipo de pele, não tem fronteiras, logo não sente.

E, ficava calado...deixava-me naquela incógnita imensa a pensar o que quereria dizer com aquelas palavras, que me pareciam tão sábias sem as entender. Demorei alguns anos.

Hoje sei, porque Sinto...na pele.


1º Aniversário

Prémio Dardos 



Este prémio  foi um presente dado pelo Quicas, um dos meus seguidores e por quem tenho a maior estima e apreço. Obrigado, pelas muitas palavras que deixou no meu blog tantas vezes. Um beijo.
http://euquicas.blogspot.com/

Como contrapartida deste prémio, como devem saber, é com muito gosto que, mais uma vez, transcrevo os seus fundamentos e regras: 

«O Prêmio Dardos é o reconhecimento dos ideais que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc... que em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, e suas palavras.

Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar o carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web».

Estas são as "regras" (acho que não há penalização para os eventuais incumpridores...!):

- Exibir a imagem do Selo no Blog
- Exibir o link do blog que você recebeu a indicação
- Escolher 10, 15 ou 30 blogs para dar a indicação e avisá-los.

De seguida, partilho-o com todos os meus amigos e leitores destacando, hoje, entre eles, os seguintes, sem qualquer ordem de preferência, pois todos me merecem igual distinção: